Atos do Executivo nº 1539326Documento: 127387238Publicação: 25/06/2025

Timbre

SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E DO MEIO AMBIENTE

Divisão de Planejamento e Apoio aos Colegiados

Rua do Paraíso, n° 387, - Bairro Paraíso - São Paulo/SP - CEP 04103-000

Telefone: 5187-0137

PROCESSO 6027.2025/0002918-3

Ata SVMA/CGC/DPAC Nº 127387238

Ata da 276ª Reunião Plenária Ordinária do CADES

DADOS DA REUNIÃO

 

Data: 12/06/2025

Duração: 1hora, 7 min e 23 segundos

Local: Reunião híbrida: Secretaria do Verde e do Meio Ambiente

Online pela Plataforma Microsoft Teams

 

 

PAUTA

 


1. Aprovação da Ata da 275ª Reunião Plenária Ordinária do CADES;

2. Posse dos Conselheiros representantes da Secretaria Municipal de Justiça – SMJ, Secretaria Municipal de Gestão – SGM;

3. Apresentação da Prestação de contas do FEMA ano de 2024, Plano de Investimento FEMA - ano 2025 e Aprovação das Diretrizes do FEMA ano de 2025, pela Chefe de Gabinete Sra. Tamires Carla de Oliveira e técnicos responsáveis;

4. Apresentação sobre “Oásis urbanos: estratégias verdes para adaptação climática pela Professora Denise Helena Duarte – USP.

 

 

PARTICIPANTES

 

Mesa Diretora

Assessores

Apresentadora convidada

 

Conselheiros

 

 

Participantes

 

 

TRANSCRIÇÃO AUTOMATIZADA

 

  Delaine Guimarães Romano: Lili, está fechado o seu microfone. Não ouvimos nada.

Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: Está ouvindo agora? Ah, então obrigado, viu, Delaine? Então está ouvindo. Estava comentando sobre algumas mudanças que acontecem com a secretaria constantemente. E uma delas foi a saída do Carlos, que era o nosso adjunto. Fez um grande trabalho aqui na Secretaria. Foi para um lugar melhor, inclusive, ele se formou em Direito. Foi para o setor jurídico de uma outra pasta, de uma outra Secretaria. E eu queria aproveitar aqui, mais uma vez, como eu já falei pessoalmente para ele, como ele já teve, inclusive, a conversa com todos aqui na Secretaria presencialmente. Deixar aqui o meu abraço a ele, agradecer o trabalho que foi feito, agradecer por tudo que ele contribuiu aqui na nossa pasta do verde e meio ambiente aqui da cidade de São Paulo. Ele continua amigo de todos, está aqui sempre conversando conosco e está seguindo uma função na nova incumbência que foi dada a ele. Bom, e agora a gente já fez a nomeação de um novo adjunto que está aqui comigo, não sei se dá para virar, para mostrá-lo. Acho que está uma luz em cima. E é o Wanderlei que está com a gente aqui. O Wanderlei vai falar rapidamente um pouquinho da caminhada profissional dele. E agora faz parte aqui da nossa equipe, nosso adjunto, inclusive, vai estar presente, aqui a gente vai atualizar no CADES a mesma função que o Carlos fazia aqui, o Wanderlei daqui a um tempo vai fazer conosco. Quer falar, Wanderlei?

Wanderley de Abreu Soares Junior: Bom dia a todos. Só um breve resumo. Sou engenheiro civil de formação. Sou engenheiro do DAEE, de carreira. Reconhecido no Vale do Paraíba como diretor regional. Assumi aqui este gabinete de São Paulo. Trabalhei como assessor também na ALESP durante um ano e meio para receber esse convite do nosso secretário Rodrigo, para estar assumindo como adjunto, e é uma enorme responsabilidade para estar aqui com vocês. É um corpo técnico muito dedicado, eu já percebi nessa primeira semana que eu estou aqui, e quero aprender muito com vocês e poder colaborar. Então, bom dia, bom trabalho a todos.

Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: É isso aí. Feita a apresentação do nosso novo Adjunto, então, na qualidade presidente da mesa, eu, Rodrigo Ashiuchi, secretário do Verde e Meio Ambiente da Cidade de São Paulo, dou início a 276ª Reunião Plenária Ordinária do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Cidade de São Paulo, que é o CADES, convocada nos termos do artigo 7 do Regimento Interno, resolução número 140/CADES/2011, que se realiza na data de hoje, dia 12 de junho de 2025. À quinta-feira, às 10 horas e 31 minutos. De forma semipresencial, na sala de reuniões desse prédio, bem como, o acompanhamento online por todos os nossos grandes conselheiros e conselheiras. Vou passar a palavra agora aqui para a nossa Coordenadora Geral do CADES, Liliane Arruda.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada, secretário.
(Som ininteligível) a Tamires acabou de chegar aqui com a gente. Bom dia. Primeiramente, eu quero agradecer à Secretaria Municipal de Pessoa com Deficiência, a Jéssica, e com o Victor. Hoje estamos aqui com eles. Dessa forma, vamos passar então para o primeiro ponto do nosso expediente. A aprovação da ata da 265ª Reunião Plenária Ordinária do CADES. Colocamos agora em votação. Damos como aprovado a 265ª Reunião Plenária Ordinária do CADES. Secretário, hoje nós temos, então, o segundo ponto do expediente, nós temos a posse. Seja muito bem-vindo ao seu acolhimento aqui conosco. Então, diante disso, eu quero agradecer, em nome do nosso CADES municipal, a sua presença aqui, diante da portaria SGM 106-09 de abril de 2025, a portaria SGM-122 de 24 de abril de 2025. Dessa forma, o presidente da mesa, o senhor Rodrigo Ashiuchi, ele vai dar a posse ao Conselho Municipal de Justiça SMJ, ao conselheiro titular, Alexandre Dias Maciel, seja muito bem-vindo e ao secretário de Governo Municipal, da Secretaria de Governo Municipal o nosso conselheiro Marcelo Pedro Mombelli.

Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: Bom. Neste ato, dou posse aos conselheiros da Secretaria Municipal de Justiça, SMJ, ao conselheiro titular Alexandre Dias Maciel, e a nossa Secretaria de Governo Municipal, a SGM, ao conselheiro titular, Marcelo Pedro Mombelli. E agradecer a todo o trabalho dos CADES e dar boas-vindas aos novos conselheiros que vão somar muito nesse trabalho em prol da cidade de São Paulo.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Alexandre, seja bem-vindo. A palavra é sua como nosso novo membro aqui do CADES Municipal.

Alexandre Dias Maciel: (Som ininteligível).

Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: Bom, primeiro agradecer a todos, agradecer ao Maciel. Maciel, até a estrada da vida é um negócio que só Deus explica, né? Quando eu fui prefeito da cidade de Suzano por oito anos, o Maciel não trabalhou na minha gestão, mas ele trabalhou na gestão antes da minha e conheço o Maciel de longa data também. É um grande advogado. É conhecedor de vários termos, principalmente da questão pública, na questão da gestão também. Então, fico muito feliz de poder contar com o Maciel, que a gente acabou se vendo, se reencontrando aqui em São Paulo. Eu tenho muito carinho pelo Maciel e vai fazer um grande trabalho aqui. Obrigado, Maciel.
Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: O mundo é uma roda gigante que a gente se encontra, em qualquer momento a gente se encontra.

Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: E o Marcel vem de uma outra secretaria, não é nem na nossa que eu estou aqui hoje. Eu fico feliz, mas prefiro até não comentar. Foram essas felicidades da vida, dos acasos, que eu estou bem encontrando o Maciel de novo. Parabéns, Maciel, pela carreira e por estar aqui conosco em São Paulo, somando com o prefeito Ricardo Nunes. Obrigado, viu?

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada. Marcelo Mombelli, por favor, você está online.

Marcelo Pedro Mombelli: Oi, bom dia.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Bom dia, a palavra é sua, seja muito bem-vindo.
Marcelo Pedro Mombelli: Muito obrigado, bom dia a todos. É uma honra fazer parte desse conselho. Espero retribuir a altura, todo o empenho do secretário e de todos os demais conselheiros que vêm fazendo um trabalho belíssimo na condução do CADES. Muito obrigado.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada e seja muito bem-vindo.
Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: Bom, Marcelo, obrigado pela confiança, obrigado por estar conosco. É uma honra poder contar com você no CADES também. Seja bem-vindo e conte conosco sempre. E agradecer a todos que estão participando online em nome do Dr. Carlos, que está aqui conosco, meu amigo da OAB, nosso presidente estadual aí da OAB, da questão do meio ambiente. Dr. Carlos, é um prazer ter você conosco. Gratidão. Grande profissional, grande amigo que faz a diferença. Obrigado.

Carlos Alberto Maluf Sanseverino: Sr. Secretário, peço a palavra pela ordem.
Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Isso, que eu ia falar. Pela ordem, pode... Por favor, Sr. Sanseverino.

Carlos Alberto Maluf Sanseverino: Muito bem. Eu queria saudar todos os conselheiros. Quero também aqui introduzir a Dra. Camila Mansur, que está estreando conosco junto ao Conselho Municipal da maior cidade do país, né, gente? A gente não pode esquecer que o nosso secretário hoje, que traz toda a bagagem de gestor, de sucesso, ovacionado, que sempre foi, na sua gestão, frente a uma das cidades importantes do nosso estado e que agora traz toda a sua competência e simpatia à frente com o timão da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da maior cidade do país. Então, Dra. Camila, bem-vinda. Eu quero saudar cada um dos senhores, dizer para nós uma grande honra. Nós estaremos emprestados nessa gestão 25, 26 e 27 à frente da Presidência da Área Ambiental e das diretorias ambientais e presidências do IASP, Instituto dos Advogados. do Brasil, do IBDE e do IBEG. Recentemente tivemos ainda essa semana o prazer de uma reunião com o secretário e digo aos senhores que fiquei muitíssimo impressionado com a oratória, com a dedicação, com o empenho e com o cuidado. O secretário Rodrigo, que aliás, para quem não sabe, fez aniversário essa semana, então, tive a honra de poder cumprimentá-lo. Ele não só mostrou ser uma pessoa bem-informadíssima sobre as questões ambientais, como tem uma virtude pouco comum, que é a de saber ouvir. Ele nos ouviu atentamente, é uma virtude saber ouvir, é uma grande virtude do gestor público. E naquele mesmo dia à noite, secretário, eu conversei com o prefeito Ricardo Nunes, que externou uma grande confiança no seu trabalho. E nós, então, estamos entusiasmados com esse bastão que o senhor vai seguir. Eu quero aqui, em nome da nossa OAB, a maior sociedade civil do Brasil, colocar inteiramente à disposição do senhor essa parceria para nós realizarmos uma gestão vencedora à frente da nossa cidade de São Paulo, o que, certamente, vamos ter muito trabalho. Muito obrigado pelo espaço. Um grande abraço ao senhor, à Liliane e a todos os conselheiros aqui do CADES.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada, Sr. Sanseverino. Obrigada pelas suas palavras, que são muito importantes para a gente. E lembrando, sim, que ele falou muito bem da nossa posse do Biênio de 2025 a 2027 será dia 2 de junho, aqui na Secretaria, no térreo. Então, todos já estão aqui. Nós vamos começar a fazer o ofício aos novos membros da Assembleia e vamos encaminhar para vocês o ofício convite para vocês aí. Bom, passando agora para o terceiro...

Carlos Alberto Maluf Sanseverino: É no horário de 10 horas também?

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Isso, é na reunião normal. Está bom?
Carlos Alberto Maluf Sanseverino: Então está bom.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: É na próxima reunião, horário normal da reunião. Já está de costume, né, Sanseverino? Isso, não pode perder. Só vai ser diferente, só vai ser presencial por conta da posse, né? Então não vai ter online, só isso. Passando agora para o terceiro... Então está bem, obrigada. Passando ao terceiro ponto do expediente, a apresentação da prestação de contas do FEMA ano de 2024, plano de investimento do FEMA ano 2025 e a aprovação da diretriz do FEMA ano 2025 pela nossa chefe de gabinete, Tamires Oliveira, está aqui conosco presencialmente. Ela está colocando aqui a parte para ser apresentada, e vamos só aguardar um minutinho. Por favor, pela ordem, antes de você começar a nossa apresentação, o nosso secretário tem uma outra reunião já no gabinete, então eu vou dar a palavra para ele para a gente dar a continuidade da nossa reunião aqui. Eu vou estar junto com o Wanderlei aqui na presidência da mesa. Então, o nosso secretário vai dar um tchau para vocês aqui.

Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi – Presidente e Secretário: Bom, primeiro agradecer a participação de todos. Obrigado. A Tamires vai estar aqui também apresentando para vocês. O Wanderlei já foi apresentado, a Liliane de forma brilhante, que vai continuar conduzindo aqui junto com todos, e já aproveitar a oportunidade no final do mês, que dia que é Giovana? Vai ser o evento dia 30? No dia 30 de junho, que ainda é o mês do meio ambiente, o mês de junho, nós vamos ter um grande evento também da Secretaria. Só para vocês terem uma ideia, acho que a Tamires vai comentar, mas a gente programou pela cidade, acho que é o maior junho verde da história de São Paulo. São 300 atividades, desde entregas de parques, palestras, questão da educação ambiental, vários outros trabalhos foram feitos. E no dia 30 a gente termina toda essa maratona, um grande evento lá no Salão das Artes. Lá na Praça das Artes, a gente vai terminar esse grande evento e já deixar o convite a todos aqui do CADES. Acho que até a Tamires pode reforçar no final, enfim, mas depois a gente vai mandar o convite para todos vocês. Gente, que Deus abençoe. Obrigado. Ótimo dia. Gratidão a todos os CADES e parabéns pelo trabalho. Obrigado.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada, secretário. E boa reunião. E ótimo dia hoje. Wanderlei, por favor, assume a cadeira. Agora eu vou passar a palavra para a nossa chefe de gabinete, Tamires, para dar início. Sanseverino está ouvindo a Tamires?

Tamires Carla de Oliveira: Eu vou começar aqui. Então, bom dia para todo mundo. Eu vou fazer a apresentação aqui, né, a título de informação para os CADES dos projetos que foram executados em 2024. Então, são várias apresentações. Como está todo mundo bastante corrido. Então, eu só peguei a apresentação de cada um e fui eu mesma apresentando para todo mundo, para não tirar o pessoal do trabalho. Era muita gente. Então, eu vou começar aqui pelas obras. Então, essas são as obras que foram apresentadas com o recurso do FEMA em 2024. Então, nós tivemos essa (som ininteligível). Então, nós tivemos financiamento do FEMA. As obras de requalificação do Parque M’boi Mirim, que a gente vai abrir esse mês. As obras de qualificação do Parque Feitiço da Vila. As obras da segunda fase de ampliação do Parque Alto da Boa Vista. As obras do (som ininteligível). As obras de requalificação do Santo Dias, que estão em andamento. (Som ininteligível). As obras do cercamento também do Parque Primavera. As obras de requalificação do Parque do Carmo, uma obra bastante longa que também está em andamento. Também lá no Planetário, a gente fez um investimento. Também as obras de requalificação do Aterro Sapopemba, (som ininteligível). O Parque Anhanguera também recebeu investimentos, o CeMaCas inicialmente. A gente também teve um outro investimento aí nas obras de implantação da sede da Refúgio de Vida Silvestre, que eu acho que essa obra aqui já finalizou. O Parque Piqueri também recebeu investimentos para ter requalificação. O Parque Raposo Tavares também. O Vila Leopoldina também está em andamento essa obra. Aqui na época, só para mostrar, essa apresentação é do final do ano passado, então a gente está apresentando exatamente o que foi apresentado pelo CONFEMA, que é quem tem o poder de deliberação nas contas, que já foram aprovadas no CONFEMA. Então, esse contrato aqui, ele está em execução, está quase em fase de término. Benemérito Brás também recebeu investimentos. Zilda Natel, essa obra também está em andamento. Colinas de São Francisco, também obra em andamento e começou em 24 e continua agora em 25. O Independência também teve um pequeno, um pequeno investimento ali na (som ininteligível). O Parque Alfredo Volp, também recebeu investimentos do FEMA. O Luiz Carlos Prestes, também. A gente também teve um valor bem... foi pequenininho, mas foi muito importante, né, para a adequação das instalações do Herbário Municipal. (Som ininteligível) Viva o Verde, ele é um projeto da secretaria com um acordo de contribuição com a ONU-Habitat, é um projeto que começou em 2022, é um projeto que tem três anos, (som ininteligível). Então, só recapitulando, né? Então, de janeiro de 23 a setembro de 25. O objeto do contrato. É um contrato, é um acordo, uma parceria, e o foco dela é trabalhar na gestão dos parques. Então, a gente está falando de todos os parques administrados pelas secretarias em suas diversas categorias. Tem uma equipe da ONU-Habitat que é contratada dentro dessa parceria alocada. Então, eles trabalham aqui conosco durante o período do projeto. Esse projeto também conta com um grupo de referência. Então, a gente tem um grupo que se reúne a cada trimestre, de associações, de organismos, de especialistas do termo. Então, todo o trabalho também é validado nesse grupo de referência que foi instituído. É um projeto bem grande, então ele tem 14 produtos. E ele tem quatro eixos de atuação, que é avaliação, capacitação, gestão e comunicação. Ele é baseado nessas metodologias do programa da ONU. Então, tem também um recorte das cidades delas, um recorte de gênero. Então, todo o projeto ali também foi desenhado com o objetivo de ter espaços públicos, no caso os parques, mais bem qualificados para meninas e mulheres. Em dezembro, esses foram os avanços. Então, nós fizemos a avaliação dos parques. Isso gerou esse documento. Então, quem quiser, pegar agora no QR Code, pode baixar. Todos os parques foram avaliados, passaram por aqui todo um script de indicadores e uma série de diretrizes aí para melhoria de cada um deles. A gente, com esse documento, com toda essa avaliação que foi feita, a gente desenhou um quadro de priorização de parques que devem receber investimento prioritariamente. Então, a gente tentou também fazer uma lista de parques que abrangesse todas as regiões da cidade. Então, esses foram os 19 parques que a gente entendeu que devem receber recursos prioritariamente porque eles tiveram uma nota de corte aí de 3, a partir do 3.3 até aqui abaixo. Esses foram os parques que tiveram (som ininteligível) nota. Então, são os parques que nós vamos priorizar para os próximos investimentos. Depois a gente fez a avaliação específica. Então, 10 parques foram escolhidos para olhar no detalhe o que estava acontecendo ali, teve todo um processo participativo. E aí o importante desse projeto é para que ele realmente tenha continuidade, ele tenha consistência. Cada um dos resultados, ele sempre é acompanhado de um processo de capacitação, de formação, tanto de servidores quanto de sociedade civil. Então, o tempo inteiro, cada momento desse projeto, a gente vai sentando, né, todo mundo para realmente ser incorporado, todo mundo ter conhecimento e, de fato, virar algo concreto e consistente para trazer uma política ambiental focada na gestão de parques. Inclusive, todo esse documento, todo esse trabalho, ele está, inclusive, subsidiando agora o programa de metas, de 25, 26, 27 e 28. Então, a sua perspectiva de gênero, como eu falei, os dez parques priorizados, (som ininteligível) esses dez, Zilda Arns, Vila do Rodeio, Vila Sapopemba, Nascentes do Ribeirão Colônia, Prainha, Sete Campos, Água Vermelha, Sapé, Bananal Canivete e o Anhanguera. Todos esses parques. (Som ininteligível) todas essas oficinas já aconteceram. Então, cada um desses parques, eles receberam projetos (som ininteligível) para suas melhorias. Coincidiu também com os parques priorizados e o que apareceu dentro do documento de pesquisa, coincidiu com parques que já estavam recebendo investimentos. O que para a gente é muito interessante, porque constatou o que, de fato, a gente já tinha mapeado. São os parques que realmente precisam ter maior investimento. A gente também, a parte do pressuposto, a partir de uma série de entendimentos (som ininteligível) teóricos, das áreas de influência dos parques, pensando na caminhabilidade, então, cada um desses parques também passou por essa análise de caminhabilidade, pensando que as pessoas realmente deveriam ter um parque a 15 minutos de caminhada da sua casa. As oficinas, elas aconteceram prioritariamente com meninas. Então, a gente trabalhou muito nos CEUs. Então, os CEUs foram muito importantes para que a gente levantasse todas essas sessões, focadas no espaço público, foram 172 meninas que participaram, (som ininteligível). Várias entrevistas feitas para que a gente chegasse a um produto consistente. Na capacitação, nesse projeto específico, foram 25 mulheres lideranças da sociedade civil, e sim 25 funcionárias da prefeitura. Então, esse recorte aqui foi totalmente focado nas mulheres. Depois a gente tinha os planos de gestão dos parques. Então, dentro da parceria estavam previstos oito planos de gestão dos parques. Então, nós fizemos do Água Podre, do Alto da Boa Vista, do Aristocrata, do Augusta, do Bispo, do Búfalos, da Fazenda da Juta, do Paraisópolis, foram os parques que foram entregues, os parques mais novos. Então, foi muito interessante também esse processo, porque a gente (som ininteligível) com os parques, com o plano de gestão de como ele deve existir. E a gente também (som ininteligível). Isso é uma ferramenta útil para os gestores, para eles saberem exatamente o que eles têm que fazer naquele parque. E a gente também tem todo o plano de comunicação. Então, nas páginas da ONU, nas nossas, a gente o tempo inteiro faz um reporte do projeto, todas as mídias, para todo mundo saiba o que está rolando. Então, aqui está o resumo. Tem o grupo de WhatsApp, os boletins informativos, todo mundo que se cadastrou, (som ininteligível). A gente fez colocação de cartaz em todas as etapas do projeto. Fizemos entrevista (som ininteligível), participando de eventos o tempo inteiro para a divulgação do programa. O orçamento total do projeto foi de um milhão de dólares, né, então tem uma variação em real. Hoje o projeto praticamente já consumiu todo o recurso. E, quem quiser, acompanhar também todos os relatórios financeiros, narrativos, todos o objeto está disponibilizado no site da Secretaria. E aí são relatórios bastante detalhados. E aqui, pelo QR Code, quem quiser pode abrir. Então, aqui cada um dos produtos, resumo. E aqui, para quem quiser acessar os documentos gerais do projeto. Vou passar para a próxima. O FEMA, ele tem um recurso destinado para a operação dos parques. Então, nós temos o contrato de manutenção civil dos parques até 2024, ele estava sendo financiado pelo FEMA. E, a partir de 2025, ele só seguiu o tesouro. Então, até 2024, a gente teve esse contrato (som ininteligível) contratos mais importantes para os parques, porque é o que a gente consegue arrumar o parque no dia a dia, dar conta do uso. Os parques são muito utilizados e, às vezes, por falta de ter, por exemplo, um pedreiro, um carpinteiro na hora e depois isso vira um investimento gigantesco. Esse contrato foi realmente importante e mudou bastante a nossa dinâmica de manutenção dos parques. Então, diariamente a gente tem uma média de 13 parques sendo atendidos pelas equipes. E aqui foram coisas que a gente conseguiu fazer. Parece muito pouco, mas isso realmente é muito dentro da estrutura pública. Todo mundo sabe que é sempre muito complicado, é um processo enorme e burocrático para as contratações. Então, ter essa equipe facilitou muito no dia a dia dos parques. (Som ininteligível) elétrica, hidráulica, as quadras, os equipamentos. Esses equipamentos aqui, por exemplo, dão manutenção toda hora. Hoje, a gente tem mais função (som ininteligível), toda essa pintura, a manutenção de ferragens, banheiros, pisos. Então, esse relatório foi de dezembro, só para deixar bem claro que essas coisas são de 2024. Então, aqui a gente tem todo um trabalho de acompanhamento, para saber em que pé está cada uma das ordens de serviço. Então, o contrato, o total executado em 24 foi de R$ 12,5 milhões, até aquela data. Em dezembro, provavelmente, já está debatido aí, (som ininteligível) 14 milhões pela média do valor executado. Tivemos também investimentos do FEMA para as unidades de conservação. Então, teve o plano de manejo do Refúgio de Vida Silvestre, que foi feito no IPT. Esse plano de manejo também já está disponível, foi publicado no ano passado. Fizemos também a revisão dos planos de manejo dos parques naturais do Jaceguava, Itaim, Varginha e Bororé. Então, também a gente teve todo esse processo de construção desses planos de manejo, da revisão deles. Esse daqui também foi um contrato extremamente importante, financiado pelo FEMA em 2024, que são os condutores ambientais. Então, hoje, quem vai nos parques naturais vai encontrar esse pessoal. Eles são os condutores, eles acompanham as pessoas dos parques e isso qualificou muito a visita dos parques naturais. Tem esse tom maior do ecoturismo, das trilhas, de você conhecer um aprofundamento maior em relação à biodiversidade e eles qualificaram muito a experiência dos frequentadores, aumentou muito o número de escolas que visitaram os parques naturais, porque a gente hoje tem condição de fazer esse atendimento. Então, ele é realmente muito importante e quem pôde visitar os parques naturais recentemente sabe do que eu estou falando. A gente também teve uma parcela dos contratos de manutenção e zeladoria dos parques naturais também no FEMA, superimportante. Aí, a gente também, através do FEMA, contratamos uma ferramenta que nos auxiliou no monitoramento da vegetação paulistana. Então, basicamente, a gente hoje tem imagens diárias em uma ótima resolução para fazer todo o acompanhamento de alertas de desmatamento ou de crescimento de vegetação também na cidade. O valor do contrato é R$ 481 mil por ano. A gente consegue ter alertas semanais de (som ininteligível) de desmatamento, de degradação, de vegetação. E aí a gente vai fazendo esse mapeamento ou observando, vendo se ele é real ou não, e gerando relatórios para que a gente tenha efetividade nas operações de fiscalização. A gente checa também se tem algum processo já autuado, enfim, se a gente já tem algo rolando, se é algo complexo, você tem que encaminhar para a OIDA. Então, tem (som ininteligível), se aquele corte é autorizado ou não, se tem licenciamento. Então, hoje a gente consegue ter um trabalho mais proativo. Então, aqui do que a gente identificou, 94 locais de cicatriz de queimada, 583 locais de construção/edificação, desmatamento 623, degradação em 3 locais e 357 locais de regeneração. Então, aqui alguns exemplos que a gente percebe uma regeneração. Desculpa, aqui é da cicatriz de queimada, aqui de construção e regeneração, então a gente recebe o alerta, aqui de desmatamento, corte raso, aqui de degradação, os indicativos de regeneração também. Para vocês verem como parece para a gente no sistema. E com isso a gente tem orientado melhor as nossas ações de proteção da vegetação. E por último, vou falar um pouco sobre o pagamento por serviços ambientais. Essa apresentação vou passar um pouco mais rápido porque tem bastante coisas indicando o que é o PSA, (som ininteligível). Então, basicamente, só para resumir, o Pagamento por Serviços Ambientais está previsto no artigo 285 do Plano Diretor, que ele, enfim, basicamente a gente dá um aporte, dá um subsídio financeiro e técnico para que várias propriedades da cidade de São Paulo requalifiquem e recuperem essas áreas que prestam serviços ecossistêmicos. Aqui no CADES também vocês aprovaram o plano do PSA, o pagamento de serviços ambientais, ele é o instrumento principal do PSA. (Som ininteligível) o CADPSA que é o cadastro dessas áreas prestadoras de serviços ambientais (som ininteligível) e o IPTU Verde, que isso é uma demanda, né, uma discussão mais longa aí com a Câmara dos Vereadores, o Cadastro, né, que já está no GeoSampa, e aí o edital do FEMA, né, que foi publicado em 2022, A gente disponibilizou (som ininteligível) estimado para esses 35 contemplados. A gente teve mais, na verdade. A gente teve a parceria com o Fundo Agroecológico, com a ADESAMPA, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, as duas subprefeituras também foram essenciais para esse projeto acontecer. O PROSA, que é justamente esse documento técnico que os proprietários recebem para poder fazer o acompanhamento, ele é um documento bastante complexo, mas deu muito certo isso, porque a pessoa realmente sabia o que ela tinha que fazer. Então, ela não foi simplesmente, olha, eu pego (som ininteligível). Então, os técnicos foram lá, fizeram uma escolha e identificaram, olha, você precisa melhorar essa nascente, incrementar sua vegetação, a sua produção pode progredir por esse lado. Então, as pessoas recebem um apoio técnico muito importante para a execução dos recursos que elas recebem. A gente teve também muita divulgação. Enfim, os proprietários se sentiram valorizados, criou uma relação de confiança no território. Então, hoje a gente se sente, inclusive, muito preparado para lançar esse segundo edital do FEMA. Vou passar aqui, só para vocês verem como é esse projeto. Então, a gente faz uma análise de uso do solo, as práticas conservacionistas e qual que é a situação que está, como é que a pessoa se compromete a fazer. Então, ela tem tanto o diagnóstico quanto o plano de ação, que é recebido e assinado por cada uma das pessoas. Isso gera toda uma pontuação, que toda essa pontuação ela vai dar o valor da pessoa, ela pode receber. E aí, até dezembro de 2024, a gente já tinha pagado R$ 603 mil reais para (som ininteligível). E a gente ainda tinha pendência de 35. Então, ao longo desse ano também, a gente já assinou muitos contratos de PSA. Aqui está o resumo de todos os processos, todos os valores pagos e qual que é o andamento de cada um daquela (som ininteligível). E aí a gente... Essa daqui era a previsão para 2025, para a gente aplicar mais R$ 1.000.000,00. E a gente começar um segundo edital para pelo menos mais 50 proprietários beneficiados. Aqui, enfim, o pessoal colocou os desafios que foram identificados, conciliação de demandas, informação, regularização diária, explicar no detalhe o cálculo, que é uma questão para quem é muito técnico, consegue entender, mas a gente tem que ter o trabalho de explicar. A gente também tem que aprimorar, aumentar valores, fazer maiores e melhores investimentos aí no pagamento de serviços ambientais. Para quem quiser, está lá no site da Secretaria e tem está aí o QR Code para quem quiser puxar rapidinho aí as informações que estão todas no site da Secretaria. Então, os investimentos dos projetos que foram financiados pelo FEMA em 2024. Foi tudo isso que eu apresentei. Tem algumas coisas também que eu não consegui apresentar tão, mas que valem muito a pena destacar. Foram os projetos que foram extremamente importantes e de muito sucesso, que são três projetos que nós temos com a Secretaria de Esportes, o Sampa Saúde em Movimento, que é um projeto que a gente foca na saúde dos frequentadores do Parque e eles fazem todo um acompanhamento. Então, tem todo um planejamento de exercícios, que são dentro dos parques, e eles fazem todo um acompanhamento do ponto de vista da saúde, como que ela entrou, como que ela avançou, se ela está indo bem, não está. E isso já tem sido muito importante e agora em 2025 a gente continuou a fazer os investimentos. Teve o Pedal Sampa também para a gente fazer, a partir dos parques, a gente incentivar a comunidade antiga para que as pessoas continuassem a se inspirar em andar de bicicleta pela cidade. E o Vamos Trilhar, que também foi um projeto que revolucionou o uso dos parques naturais, que todo final de semana as pessoas podem ir gratuitamente, com transporte gratuito, com alimentação, visitar os parques naturais, fazer uma trilha e conhecer. Enfim, a nossa ideia é picar as pessoas ali para que elas entendam que dá para ir até (som ininteligível) tranquilamente, viver em uma cidade que está todo mundo desacostumado. Todo mundo fala que São Paulo é a selva de pedra, mas acho que tem muita riqueza natural de uma cidade que todo mundo precisa conhecer. Outro projeto que foi muito importante, também foi financiado pelo FEMA, foi o Congresso Brasileiro de Trilhas. Para quem não sabe, São Paulo tem hoje uma trilha de longo curso, que é a trilha Interparques, e para a gente foi muito importante quebrar esse paradigma de trazer para São Paulo capital, e, como eu falei, é conhecida como a cidade selva de pedra. Então, o Congresso decidiu ter trilha de longo curso aqui. E foi um sucesso, foi muito importante. Por exemplo, agora mesmo, na Câmara, foi votada em primeira votação a instituição por lei, dessa trilha. Então, assim, é um reconhecimento muito importante, nós fizemos o lançamento oficial agora em abril. A trilha foi muito legal, um pelotão enorme lá, pedalando, um trecho. E fica o convite, para quem é do pedal, é da trilha, conhecê-lo. O FEMA também financiou o Congresso Internacional do ICLEI. Então, vieram pessoas do mundo inteiro para cá para discutir as questões ambientais. E é isso. Então, do que o FEMA financiou, foram esses os projetos. Posso passar para o outro? E agora eu vou mostrar para vocês aqui, rapidamente, o que a gente previu, para 2025, para a utilização do FEMA. Esse ano a gente tem menos recursos do que o ano passado, então a gente tem uma arrecadação menor. E eu estou trazendo para vocês aqui exatamente o que eu apresentei no CONFEMA, né, que o CONFEMA que é, de fato, o que delibera sobre o FEMA. E, na sexta-feira amanhã, no caso, a gente vai fazer lá a revisão do plano de investimentos, mas estou trazendo aqui para o CADES o que o CONFEMA já tem conhecimento, que já foi deliberado em março. Então, aqui é uma apresentação um pouco menos visual, mas nós temos, vamos prosseguir com algumas obras, que é o da (som ininteligível) Juliana de Carvalho Torres, ele tem uma compensação específica, então, é um dinheiro guardado para o Juliana de Carvalho Torres. A gente teve (som ininteligível) há uns 15 dias, mais ou menos, então a gente vai começar o investimento. Também a gente já sinalizou aqui a intenção de fazer algumas obras, algumas já estão em andamento também, outras são continuidades, porque eu já tinha apresentado a previsão de 24. Então, temos o Jardim Prainha, Nascentes do Ribeirão Colônia, Santo Dias, Búfalos, Zilda Natel, Colinas de São Francisco, Carmo, Quississana, Mongaguá e Aterro Sapopemba. Também temos esse daqui na parte de requalificação, na parte de construção de parques, temos o cercamento da Fazenda da Juta, (som ininteligível). A título também de informação, nós estamos trabalhando aí com uma possibilidade de financiamento da (som ininteligível) principalmente na borda da Cantareira e na região do Campo Limpo. Então, talvez algumas coisas aqui em breve já não sejam mais financiadas por aqui. Também temos a implantação do Parque Natural Cabeceiras do Aricanduva, tudo aqui em breve a gente vai entregar para todo mundo. Temos também alguns recursos que estão carimbados, eles são obrigatoriamente para determinadas unidades de conservação por força dos recursos que devem ser destinados a meio por cento de grandes obras, enfim, da cidade. Então, a gente tem alguns saldos aqui para destinar já para algumas unidades de conservação. Então, para o Parque Natural Fazenda do Carmo, que a gente vai fazer as obras de requalificação (som ininteligível). A construção da sede do Natural Cratera da Colônia. E tem obras de requalificação previstas para o Jaceguava. Todos esses recursos já foram, estão depositados em conta específica somente para ser utilizado nessas unidades de conservação. A gente também, né, tem a continuidade da obra da RVS, da sede da RVS, que eu mostrei para vocês (som ininteligível). A continuidade do monitoramento do desmatamento, os planos regionais de arborização, (som ininteligível) a continuidade dos editais do Vamos Trilhar e do Sampa em movimento. E um recurso destinado para um projeto específico com catadores, que foi criado pelo ex-prefeito um GT, (som ininteligível) para criar uma política pública específica para catadores individuais. Então, tem aí um recurso destinado para um projeto piloto na região central. Então, lá em março, a gente fez uma expectativa de investimentos de cerca de 51 milhões. Então, aqui está relacionado o que a gente tinha na conta do FEMA, enfim, esse aqui é um pouco mais complexo, mas os valores deles tinham (som ininteligível) ainda de desvinculação obrigatória. Então, todo final de ano é desvinculado 30% de todos os fundos da prefeitura. E amanhã a gente aprova o novo plano, a revisão do plano, já com os valores atualizados. (Som ininteligível) é isso.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada, Tamires, pela sua apresentação. Todos me ouvem aí, né? A título de fala. Tami, a gente tem aqui o Flávio, ele levantou a mão. Flávio, por gentileza.

Flavio Luís Jardim Vital: Bom, bom dia a todos. Só queria fazer um comentário sobre a questão da gente, da questão da aprovação das contas. Com relação à aprovação das contas, é um volume razoável de informação e a gente passou muito bem batido em cima do geral. Só queria constar que é bem complexo a gente olhar pelo menos os dados aglutinados. O que eu ia pedir ou sugerir que a gente tivesse a apresentação de contas, primeiro, baseado nas diretrizes do ano anterior, quer dizer, se a gente está cumprindo as diretrizes do ano anterior, para poder saber se 2024 seguiu as diretrizes de 2023. Segundo, de apresentação por eixo, porque a gente tem um global de recurso que deveria ser direcionado por cada eixo de atividade do FEMA. Dessa forma a gente não tem a questão global. Tem que fazer conta aqui para saber quantos por cento a gente pagou de serviços ambientais, por exemplo. Como que a gente pode fazer para analisar o todo. E a questão da continuidade. Quais são os projetos que estão em 2024? Qual o percentual? que foi realizado, previsto e realizado, e quanto está a realizar. Quanto que a gente vai consumir em 2025 para acabar projetos de 2024? Isso eu não consegui perceber continuidade etc. Sem os eixos, sem essa questão da atividade, inclusive, na proposta das diretrizes para 2025, sem eixo a gente fica um pouco, com muita coisa dispersa. A gente não consegue saber qual é o foco que a gente está dando de recursos para qual tipo de ação. E nem a gente consegue saber se estão colocando recursos todos, que isso não é o que está acontecendo, mas para uma determinada ação ou não. Então, essa ponderação a gente fica sem conseguir analisar no direcionamento dos recursos. Essa ponderação sobre a aprovação. Outra coisa é a questão de a gente ter a aprovação previamente, antes da apresentação da diretriz de 2025. Então, assim, para as próximas vezes a gente conseguir um espaço maior para a gente poder avaliar continuidade de um ano para o outro, o que deu certo, para depois a gente poder analisar 2025. Fica bem prejudicada a análise se a gente não fizer uma apresentação executiva, global. Se ficar só no detalhe de cada ação, fica um pouco complicado. Só para ficar com a fala aqui, essa questão também de que a gente está com que eu notei na questão indicativo, a gente está sem indicadores de acompanhamento. É uma coisa que me incomoda também. A gente não consegue ter um plano de metas bem claro com relação à mensuração, cronograma e indicadores mais objetivos das diretrizes. Isso é uma coisa que me incomodou também. A questão da apresentação prévia de 2024 e 2025. Agora, eu notei que a gente faltou a inclusão e a análise de 2023 para 2024. É sempre com continuidade, né? do que a gente pode colocar. Essa questão de não organizar, também já passei, que é a questão da pulverização de recursos, a gente não sabe onde está etc. Eu tinha comentado na última reunião, Liliane, na questão do alinhamento do CADES com o 156, lembra? De tipo, o 156, ele é um provedor de informações estratégicas para a gente, na questão da demanda popular, quer dizer, o quanto que o cidadão está demandando de ser algum serviço que tenha impacto no ambiental e a gente acaba não tendo sinergia ou pode não ter sinergia. Então, eu só queria enfatizar da gente voltar também, trazer o pessoal do 156 para a gente ter uma sinergia, para dar embasamento nas ações.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Eu vou pedir uma pauta para eles, do 156, para eles virem aqui até o CADES para apresentar a pauta sobre o que é tratado lá. Sim. Pode ficar sossegado, a partir de agosto, que é o segundo semestre de vocês com a nova gestão. Quanto à parte das apresentações, aqui no CADES Municipal, o CONFEMA, ele já é deliberativo, já na reunião do CONFEMA. Aqui, a Tamires passa, diz que só está deliberando para vocês, mas o CONFEMA que é deliberativo e ele que faz toda a parte de aprovação, que já foi aprovado, está bom? Passar para a Tamires.

Flavio Luís Jardim Vital: Não, não é disso, com relação à aprovação, não tem problema.
Tamires Carla de Oliveira: Você está me ouvindo? E a gente pode consolidar depois o documento complementar e encaminhar para os conselheiros, não tem problema algum. Com essas informações.

Flavio Luís Jardim Vital: Mesmo que não seja deliberativo, é uma questão só do consultivo, como é que a gente pode dar uma opinião em cima de um volume de informação? Eu tentei fazer duas contas aqui, eu não consegui fazer, obviamente. A gente não sabe se o direcionamento está... Mesmo de grandes números, a gente não tem... Eu, pelo menos, não tenho condições nenhuma de aprovar ou de dar uma opinião sobre o trabalho que foi apresentado agora. Quer dizer, é um volume expressivo.

Tamires Carla de Oliveira: É muita coisa, muita coisa. Bastante investimento feito. em várias ações, mas a gente consolida depois o documento com o cruzamento das diretrizes para vocês.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Passar para vocês, como a gente já é de costume passar após a apresentação, passa para vocês a apresentação feita hoje. Flávio, eu te agradeço. Então, vamos colocar, então, em votação e aprovação do referido item. Por favor, aos conselheiros e conselheiras aqui presentes. Damos como aprovado a parte da diretriz do FEMA de 2025. Obrigada a todos aqui presentes. A Tami vai continuar com a gente na nossa reunião. O Wanderlei, sob o nosso convite. Eu estou convidando-o hoje para estar aqui conosco. A sua pauta hoje terminou. É que hoje está uma correria aqui na Secretaria, mas a nossa pauta terminou. E lembrando, então, que no dia 2 de julho será a posse dos novos conselheiros e conselheiras aqui presentes. E reforçando também o convite do secretário. O secretário pediu para a Tamires também já estar dando reforço. Tamires, eu vou passar a palavra para você. Do dia 30/06, o evento Junho Verde na Praça das Artes.

Tamires Carla de Oliveira: Não, não, pode deixar vocês, porque eu fico perdida aqui. Mas, enfim, gente, no dia 30 de junho, na Praça das Artes, na parte da manhã, a gente vai ter um evento de encerramento do mês do Meio Ambiente. E estão todos convidados. A ideia é a gente falar das ações e todas as coisas que a Prefeitura tem feito, falar dos dados, enfim, a gente apresentar aí como tem avançado a política pública ambiental aqui no município. E até lá, hoje é dia 12 só, mas até o dia 30 a gente está com uma programação bem grande. Então, nas redes sociais, no site da Secretaria, está tudo disponibilizado, se vocês acompanharem, tem bastante coisa acontecendo. Às terças-feiras, a gente está fazendo o Diálogos Verde e Azul, aqui na UNINOVE, perto da Secretaria, na Unidade Vergueiro. Todas as terças-feiras de junho, discutindo essas questões, enfim, ambientais. Essa semana foi discutida as questões climáticas, semana que vem vai ter outro tema. Estão todos convidados.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Obrigada, Tamires. Sr. Zé Ramos, por favor.

José Ramos de Carvalho: Olá, bom dia a todos.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Bom dia. José Ramos.

José Ramos de Carvalho: Parabéns pela apresentação. Bom, eu só queria falar um pouco, rapidamente, sobre a primeira Comissão Especial Permanente de Mudanças Climáticas, até para constar na ata do CADES municipal. Agradecer aos conselheiros que estão finalizando seus trabalhos agora e iniciar a próxima gestão agora em julho. Bom, o que tem de nota importante é a grande parceria que a Comissão está fazendo com o CREA, na pessoa da, representante do CREA, a engenheira Flávia Cristina, que já está assinando o CREA com relação ao release do projeto de minimização de incêndios que ocorreram no ano passado e agora o projeto está seguindo nessa parceria com o CREA, inclusive, também demonstrando interesse o engenheiro Arnaldo Malheiros, que é do CREA e com o CREA, que foi um pedido até da arquiteta Laura Ceneviva, para trazer uma conversa também com o governo federal sobre essas questões. O engenheiro Arnaldo se sentiu interessado nesse release de projeto. O outro projeto também que nós apresentamos através da comissão foi sobre as estações meteorológicas. Eu fiquei feliz porque, de certa forma, estimulamos uma parceria agora com a USP, que me chegou à informação através quando nós estivemos agora no domingo lá nas ODS, no sábado, que foi procurado pela pessoa que gerenciou SECLIMA, e falou Ramos, nós estamos fazendo um contato já com a USP, no sentido de produzir sensores aqui para nós, uma parceria da Secretaria da Saúde que é a Magali (som ininteligível). E a fala da parceria que aconteceu também referente ao Ribeirão Colônia, que é um tema trazido pela Maria de Fátima e que também tem uma representação, me parece, de uma das pessoas da diretoria da Secretaria do Verde junto a Bacia Hidrográfica do Cabeceiras. Então, a comissão está seguindo, a gente está intitulando como a primeira comissão e aprovou-se também, Liliane, eu acho que deve ser dado para você essa informação. Se a gente estabelecer, SEI, para esses projetos, para que essas pessoas, esses conselheiros que participaram, continuem ativos, participando com a gente, para receber após esse 02 de julho, né? Por exemplo, Fanny, nossa querida Fanny, que introduziu todo esse histórico, e para que a gente continue nessa história junto ao CREA, porque vai demandar tempo, mas é importante focar, e depois, posteriormente, a gente ter a segunda comissão, fazer essa interligação, essa transição de maneira sadia e tecnicamente é importante para o CADES municipal e para a comissão e seus participantes. Agradecer aqueles que participaram, que estão participando e vão continuar participando com a gente e agradecer o apoio agora da secretaria, na pessoa do engenheiro Rodrigo Ashiuchi e da diretoria do colegiado. Era mais ou menos essa dica e dá um adeus, até já, para os conselheiros amigos que a gente está desenvolvendo e vamos chegar ao denominador interessante, como a Fanny sempre comentou com a gente, de forma prática, para tudo o que puder acontecer da menor maneira possível e com o apreço de todos. Bom dia. Bom dia, Fanny.

Liliane Neiva Arruda Lima – Coordenadora: Bom dia. José Ramos, eu quero te agradecer, e sim, com o apoio do SECLIMA e com o CREA, agora que a nossa comissão está crescendo. No dia 13 de agosto, nós vamos colocar, sim, a nova composição junto com a Fanny, junto com você. A Fanny vai ser nossa parte técnica. Nós vamos convidar você pela macrorregião e você vai ser uma das técnicas para estar participando junto com a nossa comissão. Então, dia 13/08, nós vamos fazer a nova composição aqui, Sr. José Ramos. Então, você vai continuar sendo presidente da comissão, incluindo os novos membros aí, e nós vamos escolher o relator para estar te acompanhando e com a minha coordenação. Fique sossegado que o SECLIMA não vai sair e nem o CREA, que a gente conseguiu aí o apoio deles. Então, damos aqui a parte da pauta a Tamires e Wanderlei, nosso convidado. Não temos pauta em seguida, hoje foi uma reunião mais rápida, porque eu deixei a reunião mais para a Tamires mesmo, para ela estar fazendo as apresentações. Então, em nome do nosso secretário Rodrigo Ashiuchi, eu quero dar encerramento na nossa reunião de hoje do CADES Municipal, na data de dia 12 de junho de 2025, às 11h33. E eu aguardo a todos para a posse de todos os conselheiros e conselheiras no dia 02 de julho de 2025, às 10h da manhã, aqui na sede SVMA. E não vai ser online, deixando isso bem claro para vocês, vai ser todos presencial devido à assinatura de posse, está bom? Agradecer a todos aí, agradecer a Tamires. Tamires, você foi correndo, né, Tami? Ótimo dia para todos aí. Damos como encerrada nossa reunião. Obrigada a todos.

 

São Paulo, 12 de junho de 2025.

 

 

 

RODRIGO KENJI DE SOUZA ASHIUCHI

Secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente e

Presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES

 

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Rodrigo Kenji de Souza Ashiuchi
Secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Em 24/06/2025, às 10:22.


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